“INCERTEZA VIVA”
Foi o título da última 32.ª Bienal de Arte de São Paulo. O tema desta edição não poderia ser mais apropriado numa época em que o nosso mundo encontra-se numa avalanche de incertezas por motivos diversos: profundas divisões ideológicas no campo da política, economia, filosofia, medicina, religião, fracasso da globalização, desvios éticos, mudanças climáticas, proliferação de notícias falsas e outros motivos causadores de incertezas que nos estimulam a reflexão sobre o nosso mundo, sobre nós mesmos e o nosso futuro.
Ao refletir sobre as notícias transmitidas pelos meios da comunicação e os acontecimentos reais no cenário existente no Brasil e no Mundo surge o questionamento: “será que o antigo desejo de que o mundo seja uma comunidade pacífica e global acabou?” Em vista disso suscita a pergunta: “Quem cabe mostrar perspectivas futuristas que nos dão satisfação e sentido para a vida?”
É sabido, que alguns pensadores consideram a arte como uma janela aberta para avistar o futuro. Na visão do destacado filósofo existencialista Martin Heidegger existem duas possíveis perspectivas para a terra e o futuro da humanidade (revista “Der Spiegel” n.º 23/1976):
1. Somente um Deus nos pode salvar;
2. No caso da ausência da interferência Divina, vamos afundar.
Em vista dessas perspectivas a artista visual Ingrid Erika Boer elaborou imagens que mostra a pouco conhecida perspectiva de um novo futuro pacífico e feliz.




Comentários
Postar um comentário